21
- novembro
2019
Criar um jogo é desafiar-se a PENSAR

Toda vez que um aluno se envolve com a criação de um jogo ele se depara com um “problema”, uma questão a ser resolvida. Esta é uma situação real vivida em sala durante as aulas de Programação realizadas pela Happy Code no Colégio Morumbi Sul. Mas, podem se perguntar os leitores, o que isso agrega para os alunos?

De cara, o problema – ou desafio – vem com a proposta de levá-los a pensar em uma solução, o que exige autonomia, amadurecimento, protagonismo, criatividade, habilidades que naturalmente os ajudarão em seu desempenho escolar assim como em todas as áreas de sua vida.

Por isso se diz que “criar um jogo é criar um problema”. Mas, um problema do “bem”, que ajude o aluno a se desenvolver e ampliar a sua capacidade cognitiva..

No Colégio Morumbi Sul, os alunos (do 2º ao 6º ano do Ensino Fundamental) contam com aulas de Lógica de Programação por meio de Games no Letramento Digital. Seu conteúdo proporciona conhecimentos que ampliam o potencial criativo, raciocínio lógico e de inovação por meio do desenvolvimento de projetos.

Somente este ano cada aluno produziu de quatro a cinco jogos com temáticas variadas e sociais. Queimada nas florestas, bullying , alimentação saudável, falta de água potável e lixo reciclado foram alguns dos temas abordados.

Para Aluísio Grazzini, da Happy Code, “ensinar crianças e adolescentes a programar e criar jogos serve para que eles pensem ‘fora da caixinha’, que desenvolvam o raciocino logico e o pensamento crítico, habilidades fundamentais para o profissional desse século”, conclui.

Pesquisa mundial realizada pela Pearson, na área de Educação, indica que o aluno do século XXI é impactado diretamente pela globalização e pela evolução e desenvolvimento da tecnologia e da automação em diversos ambientes, o que torna efetivo e necessário o ensino do uso de recursos digitais. Segundo dados, 78% do alunos entrevistados acham que precisam desenvolver as habilidades interpessoais, como pensamento crítico, solução de problemas e criatividade. E elas enxergam na tecnologia o recurso essencial para aprimorar a educação e torná-la mais envolvente.


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